<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8010673884842360810</id><updated>2011-07-08T06:58:59.174-07:00</updated><title type='text'>O sentido do gesto</title><subtitle type='html'>Uma leitura psicanalítica do cotidiano</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://osentidodogesto.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8010673884842360810/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osentidodogesto.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>David Takmoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15949297591458783893</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qrRWYURhvC8/SkeBIvd1bkI/AAAAAAAAAAY/w3eOhjgTECI/S220/David+2008-06-07+19-53-48.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>5</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8010673884842360810.post-1572355198862940990</id><published>2009-08-16T07:26:00.000-07:00</published><updated>2009-08-16T07:27:07.093-07:00</updated><title type='text'>A escolha da dor</title><content type='html'>&lt;p align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, sans-serif;"&gt;Algumas vezes os ditados populares são muito apropriados, e resumem pensamentos, circunstâncias de vida, coisas que se deve ou não fazer. Alguns são muito engraçados, alguns nem tanto, e quero me utilizar de um deles: “pelo amor ou pela dor”, diz esse que implica que as pessoas aprendem as lições da vida seja por um ou outro caminho, e que há circunstâncias nas quais esse aprendizado é inevitável, de um modo ou de outro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, sans-serif;"&gt;Mas aprendizado não significa sempre solução  de algum problema, pois há situações nas quais a pessoa sabe o que lhe aflige, conhece a sua dor, sabe ou tem digamos, uma semi-consciência do seu problema e o nega, ou reage com raiva, que pode ser causada por uma sensação de impotência diante do problema, impotência esta real ou imaginária.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, sans-serif;"&gt;Mas há casos em que as pessoas sabem de tudo isto e procuram não mudar nada resistindo a toda possibilidade ou tentativa por outras pessoas de interferir na situação e provocar a mudança.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, sans-serif;"&gt;É a escolha dos remedios e da dor da fibromialgia ao invés de fazer análise, é a pessoa que vai para uma entrevista ou primeira sessão, fala abertamente sobre o que sente, sabe que há uma saída para seus problemas e resolve não prosseguir, há o viciado em cigarro que sabe do mal que faz a si mesmo e não para e por ai vai.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, sans-serif;"&gt;Quer dizer que as pessoas escolhem a dor? Exatamente. Escolhem a dor porque embora não pareça, há um ganho nisso, &lt;i&gt;ganho secundário&lt;/i&gt;&lt;span style="font-style: normal"&gt; como se diz em Psicanálise. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;Ganho secundário&lt;/i&gt; é uma vantagem que vem da neurose, como uma solução menos conflituosa comparada à luta entre as defesas impostas pelo superego e em menor grau pelo ego e os desejos de origem inconsciente. O proprio Freud considerava essa situação como uma grande dificuldade ao processo analítico, o que é facilmente observável: basta perguntar a qualquer pessoa se ela faria análise, mesmo aqueles que claramente sofrem, e que sabem que sofrem e muito rapidamente  dirão que não precisam, que isto é coisa para loucos e outras formas de resistência. Aliás, resistências há muitas, e oportunamente as discutiremos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, sans-serif;"&gt;Menos conflituoso não significa nem de longe ausência de dor ou sofrimento para a pessoa, e pode ser a causa de empedimentos e restrições em sua vida, diminuindo o prazer de viver, a espontaneidade, a qualidade de vida, e possivelmente dando lucro aos fabricantes de remédios, estes companheiros inseparáveis e substitutos orais de soluções que requerem mais trabalho, são muito mais profundas e significativas e muito mais complexas do que engolir uma pilulazinha colorida e fingir que está tudo bem. &lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, sans-serif;"&gt;Mas não podemos obrigar alguem a deixar a dor, podemos apenas sugerir, ajudar se a pessoa quiser deixar este lugar de sofrimento. &lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, sans-serif;"&gt;Convido novamente você à reflexão, que é um dos objetivos deste blog: o que prefere? O que faz em suas escolhas, “dor ou amor”? &lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8010673884842360810-1572355198862940990?l=osentidodogesto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osentidodogesto.blogspot.com/feeds/1572355198862940990/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://osentidodogesto.blogspot.com/2009/08/escolha-da-dor.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8010673884842360810/posts/default/1572355198862940990'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8010673884842360810/posts/default/1572355198862940990'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osentidodogesto.blogspot.com/2009/08/escolha-da-dor.html' title='A escolha da dor'/><author><name>David Takmoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15949297591458783893</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qrRWYURhvC8/SkeBIvd1bkI/AAAAAAAAAAY/w3eOhjgTECI/S220/David+2008-06-07+19-53-48.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8010673884842360810.post-3276187657441969561</id><published>2009-08-02T11:43:00.000-07:00</published><updated>2009-08-02T11:49:26.519-07:00</updated><title type='text'>A cor da mentira</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style=" white-space: pre;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Não faz muito tempo a grande mídia percebeu que falar sobre ecologia e meio ambiente, vende.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Percebendo isto tomou posse, digamos, de conceitos e idéias e as transformou em algo que pode ser empurrado ao público para dar uma aparência de que esta ou aquela companhia ou empresa está sinceramente preocupada com o mundo em que vivemos, incluindo ai seus “colaboradores” - jargão do mundo empresarial para falar sobre funcionários, empregados e similares, quer dizer, aqueles que são despedidos assim que alguma coisa ameaça os investidores, ou usados pelos sindicatos para extrair algum dinheiro de quem quer que seja – e seus clientes.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Basta olhar os jornais, revistas – alguem já contou o número de anúncios de montadoreas na Veja? - e estes estão recheados de palavras como “ecologico”, “natural”, “verde” “natureza”, “bio”, e muitas vezes decoradas com flores, folhas, animais e outros motivos. Os exemplos são muitos: Ecosport, um carro cujo nome poderia ser usado até num desodorante, Economat, marca de cambio automático de veiculos pesados, “agua mineral natural” - alguem já viu agua mineral artificial? - e outras pérolas de nossos criativos, sinceros absolutamente éticos publicitários, Duda Mendonça que o diga.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;A publicidade que conhecemos hoje, incluindo ai a publicidade oficial das empresas, chamada de Relações Públicas, foi criada por Edward Bernays, por ironia do destino sobrinho de Sigmund Freud. Bernays utilizou-se das obras de Freud para poder manipular o inconsciente público, mais ou menos o que as igrejas já fazem há muito tempo, mas com o propósito de vender bens materiais e não salvação eterna ou favores divinos. Tudo isto brilhantemente explicado no documentário &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;The century of the self,&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; feito pela BBC e que pode ser visto no Youtube, mas em inglês e sem legendas, que eu saiba.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;O que estes anúncios tem em comum alem da manipulação pura e simples é sua falta de conexão com a realidade do dia a dia. Qualquer empresa que publica um anúncio destes o faz como se não houvesse qualquer relação entre o que é mostrado e o dia a dia dos comuns dos mortais. A mesma atitude é passada pela perniciosa televisão, que trata do aquecimento global e o cuidado com o ambiente como se isto estivesse acontecendo em Marte e não aqui, no nosso dia a dia, e como se isto fosse sempre o problema e a responsabilidade de alguem que não eu, que estou aqui vendo esta novela tão boa, este BBB cheio de vulgaridade, este gordo que fala sem parar e nenhum, nenhum deles me deixa ou faz pensar em nada, a não ser compre isto ou aquilo. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;A ficção científica sempre imaginou robôs ou máquinas complexas dominando o mundo; já há uma maquina que domina o mundo, está dentro da sua casa e ninguem notou.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Há vários mecanismos de defesa do ego que são usados para mediar o mundo exterior e o nosso mundo interior, este é um dos papéis do ego, e sem estes mecanismos não conseguiríamos viver. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;O problema é quando estes mecanismos nos afastam da realidade e de um modo que nos atrapalha, incomoda, faz sofrer, e pode ir de uma negação à uma esquizofrenia, delirios e estados mentais perturbadores.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;A midia, através dos métodos de Baneys se utiliza destes mecanismos. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Negação em atos e palavras, negação na fantasia, limitação do ego, todos mecanismos de defesa contra perigos extra psiquicos que podemos utilizar em nosso contato com a relidade, e estes são muito bem explorados por quem quer que deseje manipular um grupo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;No nosso caso, isto nos afasta da nossa real necessidade de fazer algo no dia a dia, em pequenos gestos, em atitudes que significam muito se colocadas numa perspectiva mais ampla, mas também teríamos de mexer com nosso egoismo, nosso narcisismo, do qual falarei oportunamente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Quem estaria disposto a deixar o carro em casa, sempre que possível, e utiliza-lo apenas em último caso? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Ou tocar em outro de nossos hábitos mais sagrados e ferrenhamente defendidos, o consumo de carne? Ou ser corajoso a ponto de falar abertamente que nossa superpopulação é uma catástrofe esperando para acontecer, e que não haverá comida, abrigo, água e espaço para mais gente, portanto eu não vou ter filhos?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;A relidade não se adequa aos sonhos e desejos humanos, e as vezes, descobrir isto pode ser tarde demais.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:'Lucida Grande', -webkit-fantasy;font-size:130%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" white-space: pre; font-size:14px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana, -webkit-fantasy;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8010673884842360810-3276187657441969561?l=osentidodogesto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osentidodogesto.blogspot.com/feeds/3276187657441969561/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://osentidodogesto.blogspot.com/2009/08/cor-da-mentira.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8010673884842360810/posts/default/3276187657441969561'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8010673884842360810/posts/default/3276187657441969561'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osentidodogesto.blogspot.com/2009/08/cor-da-mentira.html' title='A cor da mentira'/><author><name>David Takmoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15949297591458783893</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qrRWYURhvC8/SkeBIvd1bkI/AAAAAAAAAAY/w3eOhjgTECI/S220/David+2008-06-07+19-53-48.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8010673884842360810.post-6925261657178874710</id><published>2009-07-18T12:48:00.000-07:00</published><updated>2009-07-18T12:50:05.809-07:00</updated><title type='text'>Sociedade ansiosa</title><content type='html'>&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Verdana"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;Quem usa Metro aqui em São Paulo deve ter notado, já há algum tempo, a presença de telas nos vagões. A alegação oficial era fornecer informações aos passageiros, como se não tivéssemos já o suficiente, mas o resultado na prática foi, nas poucas vezes que dei uma olhada, mostrar frases bonitinhas de pessoas como Albert Einsten ou Chico Xavier. Não sei quem faz a programação, mas deve ser alguem que nunca leu a biografia de nenhum dos dois, ou alguem que acha que física é coisa de outro mundo para misturar coisas tão díspares, antagônicas eu diria, num mesmo local.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Verdana"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;Por que não citam também Feynman ou Dawkins, se querem citar cientistas? Por que teria que se ter muita coragem, e vivemos num pais de medrosos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Verdana"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;Mas o que desejo ressaltar aqui é a presença das telas, não do seu conteúdo, isto daria uma outra boa e longa postagem.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Verdana"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;Dificilmente se vai à algum lugar sem que haja uma TV, um som ambiente ou música que brota de algum lugar invisível? Lojas de roupas tocam coisas incompreensíveis, “musica” saida, esta sim, de um outro mundo, talvez o intúito seja deixar-nos atordoados, fazendo-nos comprar tudo e rapidamente irmos embora, restaurantes nos brindam com uma variedade imensa de musicas, seja ao vivo, de qualidade quase sempre muito ruim, seja gravada, esta conseguindo ser ainda pior na maioria dos casos, somando-se ao ruido natural que no caso das churrascarias me faz temer que os convivas e os garçons possam surtar e sairem esfaquendo uns aos outros, confundindo-se e finalmente igualando-se aos outros animais já mortos sobre as mesas e nos espetos. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Verdana"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;Os trólebus que circulam no corredor ABD tem musica, há um parque na provínciana São Bernardo do Campo cuja intenção é nos deixar em contato com plantas e natureza, que tambem faz brotar musica do meio da mísera área verde mostrada ali. Parque com som ambiente! Carros com vidros escuros passam com música no ultimo volume, se bem mais parecem sons destinados a enlouquecer e a ensurdecer quem estiver por perto. E ao longe também. Domingo oito horas da manhã passa o caminhão vendendo gás, que já passou a semana inteira, com uma musiquinha que se finge de inocente, finge que não incomoda, mas o faz. E depois passa o caminhão da concorrente. Os exemplos estão em toda parte. Vivemos no mundo dos exageros.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Verdana"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;E o que há por trás disso?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Verdana"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;Há uma sociedade extremamente ansiosa, feita obviamente de pessoas extremamente ansiosas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Verdana"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;Atrás desta ansiedade está a falta da capacidade de subjetivação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Verdana"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;O conceito de subjetividade é amplo, e embarca filosofia e sociologia, e subjetividade é o caráter do que é subjetivo, que, por sua vez, diz respeito ao sujeito definido como ser pensante, como consciência, por oposição a objetivo. De fato, a subjetividade engloba todas as peculiaridades imanentes à condição de ser sujeito, envolvendo as capacidades sensoriais, afetivas, imaginativas e racionais de uma determinada pessoa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Verdana"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;Algo que nos falta muito na sociedade de hoje. A capacidade de pensar antes de agir, a capacidade de pensar nossos sentimentos, e não apenas comprarmos e consumirmos para aplacar ou satisfazer algo que não sabemos nem queremos saber o que é. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Verdana"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;A musica espalhada em todos os lugares, o ruido constante, o volume alto da TV, a programação de TV sem nexo nem significado profundo, redundante, que temporariamente finge tapar um vazio que se reafirma assim que este acaba, os jornais sensacionalistas, a comida abundante, cheia de sal e gordura, a bebida fácil na mão de adolescentes, a droga em todos os lados, tudo está sempre à mão para impedir que fiquemos com nós mesmos, que sintamos o que vai dentro de nós, que possamos nos entender, sentir, perceber, que nos transformemos em seres pensantes e com capacidade de sentir e entender o que se sente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Verdana"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;Nossa sociedade teme e evita o silêncio, e a introjeção, o mergulho em sí que este pode trazer, as transformações que pode provocar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Verdana"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;Só no silêncio se consegue reflexão, e só a reflexão pode trazer a mudança, a paz em todos os níveis. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Verdana"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;Quanto tempo você consegue ficar em silêncio? Que sensações te desperta? O que te vem à mente? &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Verdana"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;Experimente e me conte.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Verdana; min-height: 15.0px"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Verdana; min-height: 15.0px"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 14.0px Verdana"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;RESENDE, Anita C. Azevedo ; “Subjetividade e cultura: a contribuição da psicanálise ao debate”, UFG/UCG, &lt;/span&gt;&lt;span style="font: 12.0px Times New Roman"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt; HYPERLINK "mailto:anita.resende@pesquisador.cnpq.br"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font: 12.0px Verdana; text-decoration: underline ; color: #000080"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;anita.resende@pesquisador.cnpq.br&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; text-align: justify; font: 14.0px Verdana"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;GT: Psicologia da Educação / n.20&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Verdana; min-height: 15.0px"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Verdana; min-height: 15.0px"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Verdana"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;Birman, Joel; Arquivos do mal estar e da resistência, Civilização Brasileira, 2006.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Verdana, fantasy;font-size:130%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8010673884842360810-6925261657178874710?l=osentidodogesto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osentidodogesto.blogspot.com/feeds/6925261657178874710/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://osentidodogesto.blogspot.com/2009/07/sociedade-ansiosa.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8010673884842360810/posts/default/6925261657178874710'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8010673884842360810/posts/default/6925261657178874710'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osentidodogesto.blogspot.com/2009/07/sociedade-ansiosa.html' title='Sociedade ansiosa'/><author><name>David Takmoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15949297591458783893</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qrRWYURhvC8/SkeBIvd1bkI/AAAAAAAAAAY/w3eOhjgTECI/S220/David+2008-06-07+19-53-48.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8010673884842360810.post-5482714753506445012</id><published>2009-06-26T05:01:00.000-07:00</published><updated>2009-06-26T05:06:22.957-07:00</updated><title type='text'>Caráter e análise</title><content type='html'>&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Times New Roman"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'lucida grande';"&gt;Há muitas definições possíveis para um ser humano, nem todas boas. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Times New Roman"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'lucida grande';"&gt;Mas o que é um ser humano? O que é uma pessoa, alguem, você, eu? A esta altura, já devem ter pipocado milhões de possíveis definições em sua cabeça, dizendo “eu sou isto e não aquilo”. Gostamos de nos dar sempre uma boa imagem, somos o centro do universo, o ponto mais alto da “criação”, os outros são “animais”, com pouca inteligência, falo aqui dos gatos, cachorros, cavalos, etc. Convenientemente nos esquecemos que somos animais tambem, ou existem humanos “vegetais”? &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Times New Roman"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'lucida grande';"&gt;Será que é esta uma das razões pelas quais comemos os outros animais, sem a menor culpa? Será que é por que comenos os grandes, como bois e vacas, aos pedaços, devorando os pequenos inteiros?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Times New Roman"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'lucida grande';"&gt;Uma das formas de nos vermos, é através do nosso caráter. E o que é isto?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Times New Roman"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'lucida grande';"&gt;Partindo do inicio, &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'lucida grande';"&gt;temperamento&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'lucida grande';"&gt; refere-se ao modo de reação, e é constitucional e imodificável. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Times New Roman"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'lucida grande';"&gt; O &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'lucida grande';"&gt;caráter&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'lucida grande';"&gt; forma-se pelas experiências da pessoa, e em especial pela sua infância, é modificável até certo ponto, pelas experiências.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Times New Roman"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'lucida grande';"&gt; A &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'lucida grande';"&gt;personalidade&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'lucida grande';"&gt; é a soma de qualidades psíquicas herdadas (&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'lucida grande';"&gt;temperamento&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'lucida grande';"&gt;) e adquiridas (&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'lucida grande';"&gt;caráter&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'lucida grande';"&gt;).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Times New Roman"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'lucida grande';"&gt;Já ouvi pessoas dizerem que fulano ou sicrano tem “personalidade forte”, talvez querendo dizer que alguem é impositivo, agitado ou qualquer coisa assim. “Personalidade forte” não existe, e é preciso ver o que está se querendo dizer, por trás do discurso muitas vezes ingênuo ou ignorante de quem fala.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Times New Roman"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'lucida grande';"&gt;O que se modifica na análise é o individuo como um todo, e para tal leva-se tempo, dedicação, trabalho sério e árduo, nem sempre agradável, mas certamente vale a pena. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Times New Roman"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'lucida grande';"&gt;Só que para isto é necessário uma boa dose de coragem, de nos enxergarmos como somos e não como gostaríamos que fôssemos ou imaginamos que somos, é preciso descer do pedestal, nos olharmos com honestidade, e partirmos para uma viagem de mudanças grandes e profundas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Times New Roman"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'lucida grande';"&gt;Uma das coisas que ser humano nenhum consegue é não se comportar. Nesse seu comportamento  está expresso sua personalidade, caráter e temperamento, quem ele é e na maioria das vezes nem sabe. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Times New Roman"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'lucida grande';"&gt;Pode ser melhorado, e muito, se ele quiser e conseguir. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Times New Roman"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'lucida grande';"&gt;Lembre-se: Só os normais fazem análise. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Times New Roman; min-height: 15.0px"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8010673884842360810-5482714753506445012?l=osentidodogesto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osentidodogesto.blogspot.com/feeds/5482714753506445012/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://osentidodogesto.blogspot.com/2009/06/carater-e-analise.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8010673884842360810/posts/default/5482714753506445012'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8010673884842360810/posts/default/5482714753506445012'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osentidodogesto.blogspot.com/2009/06/carater-e-analise.html' title='Caráter e análise'/><author><name>David Takmoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15949297591458783893</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qrRWYURhvC8/SkeBIvd1bkI/AAAAAAAAAAY/w3eOhjgTECI/S220/David+2008-06-07+19-53-48.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8010673884842360810.post-5342962674778458176</id><published>2009-06-17T09:18:00.000-07:00</published><updated>2009-06-17T09:22:26.994-07:00</updated><title type='text'>Pensar ou sentir?</title><content type='html'>&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 16.0px Arial"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;Quem tem por volta de quarenta anos deve se lembrar que os anos oitenta foram muito criativos em matéria de música. Havia para todos os gostos e estilos quantidade suficiente para se divertir, gostar e não gostar. Entre muitos, havia o The Smiths, a Blitz, Paralamas, U2 e muitos, muitos outros, cada um com uma mensagem, um jeito, uma proposta. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 16.0px Arial"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;Johnny Marr era o guitarrista do The Smiths, e provocou muito comentário na época pelo seu estilo de tocar. Marr sempre utilizava o tom de Fá sustenido para poder acomodar a extensão vocal do Morrissey, que era o cantor da banda, e seu estilo de tocar era um pós punk, com uma fusão do rock dos anos sessenta, um  “non-rhythm-and-blues.”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 16.0px Arial"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;Mas quem se lembra disto? Da afinação da guitarra, do ritmo do baixo, do estilo da bateria?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 16.0px Arial"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;Destes detalhes técnicos, muito pouca gente. Nos lembramos muito mais facilmente das emoções provocadas pelas músicas, das lendas em torno de "Heaven knows I am miserable now", música que se dizia teria evitado o suicídio de muita gente, ao menos no mundo anglo saxão, nos lembramos das roupas, das garotas da faculdade, dos amigos da época, das alegrias e tristezas da juventude.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 16.0px Arial"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;Normalmente enxergamos o mundo pelo prisma da emoção e dos sentimentos muito mais do que percebemos e gostamos de admitir, e utilizamos estes dois com muito mais frequencia do que nos damos conta, sempre misturados ao pensar... bem, nem sempre. Não percebemos o quanto estamos divididos, pensar de um lado, sentir do outro, ou quanto estamos unidos, mas na verdade sentimos e pensamos com a totalidade do que somos, achamos que somos "racionais" ou "sentimentais, sensíveis" ou algo assim, mas na realidade somos os dois, ou podemos ser os dois, usar razão e emoção. Num nível mais profundo, somos em grande parte governados pelo nosso Id, que é nossa parte inconsciente, mas não gostamos de saber disto, nos achamos donos completos de nós mesmos, sempre conscientes, seres superiores, racionais, o ápice da “criação”, o mundo e o universo ao nosso dispor. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 16.0px Arial"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;E qual é o melhor? Pensar ou sentir? &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 16.0px Arial"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;O melhor é poder perceber que e o que pensamos e sentimos, poder unir os dois, ou usar mais um do que o outro, mas separar não é possível, melhor é ter extensão, amplitude emocional e psicológica, ou como diz uma amiga minha, "espaço interno".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 16.0px Arial"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;Flexibilidade, isto sim é o melhor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 16.0px Arial; min-height: 18.0px"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8010673884842360810-5342962674778458176?l=osentidodogesto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osentidodogesto.blogspot.com/feeds/5342962674778458176/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://osentidodogesto.blogspot.com/2009/06/pensar-ou-sentir.html#comment-form' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8010673884842360810/posts/default/5342962674778458176'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8010673884842360810/posts/default/5342962674778458176'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osentidodogesto.blogspot.com/2009/06/pensar-ou-sentir.html' title='Pensar ou sentir?'/><author><name>David Takmoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15949297591458783893</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qrRWYURhvC8/SkeBIvd1bkI/AAAAAAAAAAY/w3eOhjgTECI/S220/David+2008-06-07+19-53-48.jpg'/></author><thr:total>8</thr:total></entry></feed>
